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terça-feira, 14 de junho de 2011

O USO DAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA


Introdução
 
Atualmente, os modernos recursos didáticos e demais equipamentos relacionados ao uso das Tecnologias da Informação – TICs se tornaram fundamentais para a vida contemporânea, sobretudo, para a Educação.
Sob esse contexto, estudos conduzidos em diferentes países apontam a existência de concepções distintas acerca de tecnologia e suas implicações na educação escolar. Assim, os Parâmetros Curriculares Nacionais, ao apresentarem as novas diretrizes para o Ensino de Matemática salientam o seu papel para a discussão e argumentação de temas de interesse de ciência e tecnologia. Um segundo aspecto salientado é a interconexão tecnologia e matemática:


[...] perceber o papel desempenhado pelo conhecimento matemático no desenvolvimento da tecnologia e a complexa relação entre ciência e tecnologia ao longo da história; acompanhar criticamente o desenvolvimento tecnológico contemporâneo, tomando contato com os avanços das novas tecnologias nas diferentes áreas do conhecimento para se posicionar frente às questões de nossa atualidade (BRASIL, 2002, p. 117-118).


O uso da tecnologia na educação básica está, assim, fortemente presente no discurso educacional oficial, e já deve ter sido incorporado ao discurso de professores da educação básica. A nosso ver, a superação das barreiras para o uso efetivo de tecnologia nas escolas depende de dois movimentos paralelos: do professor enquanto sujeito, no sentido de se formar para uma incorporação tecnológica, e do sistema educacional, enquanto responsável pela implantação das condições de incorporação da tecnologia na escola.

 Justificativa

  Sendo assim, os alunos poderão explorar o mundo utilizando o computador como ferramenta de aprendizagem e instrumento para desenvolver habilidades. Diante desse panorama, verifica-se a necessidade de inseri-los no chamado “letramento digital” transformando as disciplinas em integradas, modernas, didáticas e motivadoras.
No entanto, precisamos de programas cujo grau de interatividade que o aluno tem com os conceitos seja maior do que em uma aula expositiva. Dada a quantidade de informações que a informática coloca à disposição do aluno, o papel do professor como orientador que ajuda os estudantes a comparar, selecionar, avaliar e criticar deve ser maior do que na época que utilizávamos apenas os livros.
Desse modo, centramos o foco de nosso trabalho no movimento que cada professor de matemática precisa realizar, com vistas a sua própria formação para a tecnologia. Nas pesquisas sobre o papel que as “novas tecnologias” e as tecnologias de informação e comunicação (TICs) poderiam desempenhar na educação matemática, e nos documentos de propostas curriculares oficiais de diversos países, podemos identificar grandes categorias de argumentos que caracterizam duas concepções. A primeira concepção, que denominamos consumir tecnologia, está relacionada aos argumentos que essencialmente sustentam serem as novas tecnologias e as TICs recursos poderosos para ensinar e aprender matemática.
As visões aglutinadas na segunda concepção, que denominamos incorporar tecnologia, sustentam que ao se assenhorearem das novas tecnologias e das TICs, transformando-as em ferramentas e instrumentos cognitivos, professores e educandos mudam a forma de fazer matemática e mudam a forma de pensar matematicamente. Algumas das visões subjacentes a essa concepção avançam ao afirmar que as novas tecnologias e as TICs mudam a própria matemática que se ensina, se faz e se aprende.


Objetivos:  
Entendemos que o objetivo da aula com o Software Geogebra representa uma evolução do entendimento do professor sobre as concepções do uso da tecnologia na Educação Matemática e de sua atitude de consumir a tecnologia para incorporar e matematizar essa tecnologia. A concepção matematizar a tecnologia entende tecnologia como parcialmente decorrente da matemática e, ao mesmo tempo, impulsionando o desenvolvimento da mesma.

O Geogebra é um programa livre de geometria dinâmica criado por Markus Hohenwarter para ser utilizado em ambiente de sala de aula. Por um lado, o GeoGebra é um programa de geometria dinâmica. Você pode realizar construções utilizando pontos, vetores, segmentos, retas, seções cônicas bem como funções e alterar todos esses objetos dinamicamente após a construção estar finalizada. Por outro lado, podem ser incluídas equações e coordenadas diretamente. Assim, o GeoGebra é capaz de lidar com variáveis para números, vetores e pontos, derivar e integrar funções e ainda oferece comandos para encontrar raízes e pontos extremos de uma função. O programa reúne as ferramentas tradicionais de geometria, com outras mais adequadas à álgebra e ao cálculo. Assim tem a vantagem didática de apresentar, ao mesmo tempo, duas representações diferentes de um mesmo objeto que interagem entre si: sua representação geométrica e sua representação algébrica.


Metodologia
·         Aulas realizadas no Laboratório de Informática com o uso do software Geogebra.


Geogebra: uso das TIC


O exemplo de boas práticas pedagógicas já se tornou constante na Rede Municipal de ensino de Ourinhos. Nos dias 08 e 11/04/2011,  nas dependências do Laboratório de Informática da EMEF Profa. Jandira Lacerda Zanoni,  sob a responsabilidade da professora de Matemática Silmara Aparecida Pedroso da Silva e com o apoio do Professor Hélio R. Cavenago, as turmas 901, 902, 903 puderam apreciar uma aula com o software GEOGEBRA. Foi possível constatar um momento de aprendizado riquíssimo e contemplação durante a explicação da professora e do trabalho desenvolvido em sala de aula. O GEOGEBRA é um software de acesso livre que  permite utilizar, copiar e distribuir o aplicativo para fins não comerciais, por isso poderá  ser um importante aliado dos professores como recurso metodológico. Além disso, permite a abordagem de diversos conteúdos trabalhados na Educação Básica (Ensino Fundamental e Médio), especialmente Geometria e Funções.
Os professores de nível II das Escolas Municipais estão promovendo estudos do GEOGEBRA durante os seus horários de estudos (HE), realizados quinzenalmente junto ao professor-coordenador de Matemática, Hélio Roberto Cavenago, com o apoio do professor Ricardo Ferreira, responsável pelo Setor de Informática que viabilizou a instalação do software em todas as Unidades Escolares de Nível II. “Podemos agora propiciar aos nossos alunos aulas diferenciadas para o exercício do aprendizado”, ressalta o professor Hélio Roberto Cavenago.É a Rede Municipal de Ensino de Ourinhos, no uso das novas Tecnologias da Informação, mostrando mais uma vez o compromisso dos profissionais da Educação do Município de Ourinhos.


Avaliação

Após a realização das aulas observou-se um grande interesse dos alunos pelas aulas de Matemática. Por meio do uso das TICs é possível tornar as aulas mais atrativas e desenvolver o gosto por cálculos matemáticos. Por meio da construção interativa de figuras e objetos, é possível melhorar a compreensão dos alunos por meio da visualização, percepção dinâmica de propriedade, estímulo heurístico à descoberta e obtenção de conclusões "validadas" na experimentação.


Referências Bibliográficas:
REIS, M. F. Da revisão da educação tecnológica à base conceptual para uma nova política de educação tecnológica. In: REIS,M.F. Educação Tecnológica: a montanha pariu um rato? Porto: Porto Editora, 1995, Cap. 2, p.37-57.
Software de Matemática Dinâmica Gratuito. : http://www.professores.uff.br/hjbortol/geogebra/geogebra.overview.html. Acesso em: 31/05/2011.
GeoGebra. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/GeoGebra. Acesso em: 30/05/2011.


Grupo 03
Letícia Rarek Conceição
Renata Aparecida Maia Soares
Selma Cristina Freitas Pupim

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Meu Amigo

terça-feira, 3 de maio de 2011

Meu Amigo

A minha amiga Letícia Rarek Conceição é um exemplo de profissional dedicada e competente. Faltam-me adjetivos para qualificá-la, mas o fato é que ela exerce muitíssimo bem a sua função de Coordenadora da área de Língua Portuguesa. Em sua homenagem, aproveito este espaço para lhe dedicar este belo poema de Bilac:

ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO, INCULTA E BELA

LÍNGUA PORTUGUESA


Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amote assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

Olavo Bilac


terça-feira, 12 de abril de 2011

Geogebra: uso das TIC

O exemplo de boas práticas pedagógicas já se tornou constante na Rede Municipal de ensino de Ourinhos. Nos dias 08 e 11/04/2011,  nas dependências do Laboratório de Informática da EMEF Profa. Jandira Lacerda Zanoni,  sob a responsabilidade da professora de Matemática Silmara Aparecida Pedroso da Silva e com o apoio do Professor Hélio R. Cavenago, as turmas 901, 902, 903 puderam apreciar uma aula com o software GEOGEBRA. Foi possível constatar um momento de aprendizado riquíssimo e contemplação durante a explicação da professora e do trabalho desenvolvido em sala de aula. O GEOGEBRA é um software de acesso livre que  permite utilizar, copiar e distribuir o aplicativo para fins não comerciais, por isso poderá  ser um importante aliado dos professores como recurso metodológico. Além disso, permite a abordagem de diversos conteúdos trabalhados na Educação Básica (Ensino Fundamental e Médio), especialmente Geometria e Funções.
Por meio da construção interativa de figuras e objetos, é possível melhorar a compreensão dos alunos por meio da visualização, percepção dinâmica de propriedade, estímulo heurístico à descoberta e obtenção de conclusões "validadas" na experimentação.
Os professores de nível II das Escolas Municipais estão promovendo estudos do GEOGEBRA durante os seus horários de estudos (HE), realizados quinzenalmente junto ao professor-coordenador de Matemática, Hélio Roberto Cavenago, com o apoio do professor Ricardo Ferreira, responsável pelo Setor de Informática que viabilizou a instalação do software em todas as Unidades Escolares de Nível II. “Podemos agora propiciar aos nossos alunos aulas diferenciadas para o exercício do aprendizado”, ressalta o professor Hélio Roberto Cavenago.
É a Rede Municipal de Ensino de Ourinhos, no uso das novas Tecnologias da Informação, mostrando mais uma vez o compromisso dos profissionais da Educação do Município de Ourinhos.

domingo, 10 de abril de 2011

Projeto "Ano da Leitura em Ourinhos: O Espaço do Professor Formando Leitores"









PROJETO ANO DA LEITURA EM OURINHOS


TÍTULO: O Espaço do Professor formando leitores
TEMA: Leitura
ÁREA DE ATUAÇÃO:  Ensino Fundamental Níveis I e II
Unidades Escolares envolvidas: EMEFs Nível I e II
Alunos e professores envolvidos: 4.500

RESUMO:

A Secretaria da Educação de Ourinhos realiza em parceria com a Secretaria da Cultura atividades em comemoração ao Ano da Leitura em Ourinhos. O Espaço do Professor, situado no Centro de Convivência Benedito Eloy, Pça Henrique Tocalino, nº 261 promoverá atividades de leitura aos alunos da Rede Municipal de Ensino e demais freqüentadores do recinto. A problemática do fracasso da competência leitora de grande parte dos alunos brasileiros é decorrente da precariedade do repertório de leitura desses jovens e isso representa um dos grandes entraves ao bom desempenho escolar. É preciso aperfeiçoar o comportamento de leitura e A leitura em foco se faz necessário no sentido de fazer uma reflexão sobre o comportamento de ler. E esse comportamento habitualmente se realiza de forma mais ampla: o comportamento reflexivo de forma a estimular o desempenho do leitor em formação e minimizar as lacunas de aprendizagem.



PALAVRAS-CHAVE: Leitura; escola; aluno; sociedade.


INTRODUÇÃO

O Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Ourinhos está consolidado em ações coletivas voltadas para a garantia dos direitos dos educandos, dentre eles, o direito à uma educação de qualidade, configurando um compromisso público que visa atender determinada demanda, em diversas áreas.  Nesse mesmo sentido, expressa a transformação daquilo que é da esfera privada em ações coletivas no espaço público. Assim sendo, todas as Escolas Municipais de Ensino Fundamental estabelecem estratégias com a equipe escolar, para alcançar as metas estabelecidas pelo IDEB, baseadas nos descritores estabelecidos pelo MEC.
Como sabemos, ensinar a ler e a escrever é uma das principais tarefas da escola. A leitura e a escrita são importantes para que as pessoas exerçam seus direitos, possam trabalhar e participar da sociedade com cidadania, se informar e aprender coisas novas ao longo de toda a vida.
Na escola, crianças e adolescentes precisam ter contato com diferentes textos, ouvir histórias, observar adultos a ler e a escrever. Precisam participar de uma rotina de trabalho diversificada e estimulante e, além disso, receber muito incentivo por parte dos professores e da família para que, na idade adequada possam se constituir um sujeito leitor. Para garantir esse direito a todos os seus alunos, é necessário uma proposta pedagógica na qual a prioridade centra-se na competência leitora dos educandos.
A leitura e a escrita são fundamentais para o aprendizado de todas as disciplinas e é nesse sentido que o aluno necessita desenvolver com competência a sua capacidade leitora. Dessa forma, esse compromisso se estende a todos os segmentos da sociedade e deverá ser assumido como uma das principais responsabilidades da equipe escolar, da família e da sociedade como um todo.
O Espaço do Professor colabora com esse processo e por essa razão não podemos esperar a situação ideal para, somente a partir daí, permitirmos o acesso dos alunos aos livros e à boa leitura. A grande maioria dos brasileiros lê sequer um livro ao longo de toda a sua vida e não tem acesso à leitura em seus lares. Por isso, confere à escola alimentar o gosto por esse prazer e possibilitar às crianças e adolescentes que participem de ações que estimulem o aprendizado da leitura e da escrita.
Nesta dimensão, os indicadores de qualidade já apontam a Rede Municipal de Ensino de Ourinhos como órgão que amplia a capacidade de leitura dos nossos educandos.

JUSTIFICATIVA

A problemática do fracasso da competência leitora de grande parte dos alunos brasileiros é decorrente da precariedade do repertório de leitura desses jovens e isso representa um dos grandes entraves ao bom desempenho escolar. É preciso aperfeiçoar o comportamento de leitura e A leitura em foco se faz necessário no sentido de fazer uma reflexão sobre o comportamento de ler. E esse comportamento habitualmente se realiza de forma mais ampla: o comportamento reflexivo de forma a estimular o desempenho do leitor em formação e minimizar as lacunas de aprendizagem.
Esse comportamento representa resultados promissores para a aquisição e aperfeiçoamento de repertórios básicos de leitura. Com isso, o papel do professor mediador consiste em despertar no leitor o prazer pelo ato de ler e a motivação para a leitura se efetiva por meio de atividades diversificadas, dentre elas, a leitura de textos humorísticos, imagens, poemas, contos, fábulas, textos publicitários, dentre outros gêneros.
O  papel do mediador  de leitura é essencial nesse processo; transmitir ao aluno o prazer pelo texto e fazê-lo perceber as entrelinhas, as informações implícitas, as primeiras impressões de leitura que despertam interesses e podem tornar a leitura interessante.
Nesse contexto, o que leva um leitor a apreciar uma boa leitura? O que o faz preferir a leitura de uma e o descarte de outra obra? São as referências de leitura que lhe são oferecidas – que lhe são proporcionadas.
Clarice Lispector é a escritora escolhida para ser homenageada no ano que será marcado pelo incentivo à leitura. A idéia de compartilhar este trabalho em relação à realização do Ano da leitura em Ourinhos se justifica pelo fato de ser uma iniciativa a mais no sentido de formar leitores. Na condição de educadores e mediadores de leitura podemos oferecer a nossa contribuição para a formação do jovem leitor.
Dessa forma, temos a consciência de que, se não lemos, todas as informações que estão guardadas nos livros não aparecem para nós. Quem não lê, só vê uma parte das coisas do mundo. Essa referência de leitura pode ser ampliada, de forma a contagiar mais leitores. Esse é o papel do mediador de leitura, fazê-lo dialogar com o texto, com o autor, faze-lo perceber que aquela história tem mensagens implícitas, que a leitura está nas entrelinhas.
Ler é um processo de construção de significados – esse processo deve ser construídio aos poucos, de forma a envolver ativamente o leitor. A leitura proporciona a construção da autonomia do indivíduo enquanto cidadão. Segundo os PCNs, a autonomia refere-se à:
[...]capacidade de saber fazer escolhas e de posicionar-se, elaborar projetos pessoais e participar enunciativa e cooperativamente de projetos coletivos, ter discernimento, organizar-se em função de metas....”PCN - 5ª a 8ª séries - introdução, p. 89-90 - grifo nosso)

Dessa forma, cabe ao educador, à família e à sociedade oferecer às crianças os segredos de uma leitura reflexiva. Isso deve ser mostrado à medida que absorvemos cada leitura. O leitor poderá conhecer não apenas aquilo que está à sua frente, mas tudo que está dentro dos LIVROS. E também conhecerá pessoas interessantes sem ter convivido com elas. Vai rir e até chorar com histórias de pessoas que só existem nos livros. Não jogue fora a chance de saber mais. Não fique de fora! Leia!

CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO / ANO DA LEITURA 2010


Data
Manhã (horário sugerido das 08:00 às 10:00 horas)
Tarde (Horário sugerido das 14:00 às 16:00 horas)
29/04
EMEF. “Dr Salem Abujanra”
EMEF. Georgina Amaral Santos Lopes
EMEF. “Dr Salem Abujanra”
EMEF. Georgina Amaral Santos Lopes
06/05
EMEF. Profa Dorothildes Bononi Gonçalves
EMEF. Jornalista Miguel Farah
EMEF. Profa Dorothildes Bononi Gonçalves
EMEF. Jornalista Miguel Farah
13/05
EMEF.”Profa. Josefa Navarro Lemos
EMEF Prof. Francisco Dias Negrão
EMEF.”Profa. Josefa Navarro Lemos
EMEF Prof. Francisco Dias Negrão
20/05
EMEF. Profa. Nilse de Freitas
Profa. Adelaide P. Racanello (Nível I)
EMEF. Profa. Nilse de Freitas
Profa. Adelaide P. Racanello (Nível  I)
27/05
EMEF. Pedagogo Paulo Freire
EMEF Profa Evani Maioral Ribeiro Carneiro
EMEF. Pedagogo Paulo Freire
EMEF Profa Evani Maioral Ribeiro Carneiro
19/08
EMEF. Prof Jorge Herkrath
Profa. Jandira Lacerda Zanoni (Nível I)
EMEF. Prof Jorge Herkrath
Profa. Jandira Lacerda Zanoni (Nível I)
26/08
EMEF. Profa. Amélia Abujanra Maron (Nível II)
EMEF Profa. Adelaide P. Racanello (Nível II)
EMEF. Profa. Amélia Abujanra Maron (Nível II)
EMEF Profa. Adelaide Pedroso Racanello (Nível II)
02/09
EMEF. Profa. Jandira Lacerda Zanoni (Nível II)
EMEF Profa. Amélia Abujamra Maron (Nível II)
EMEF. Profa. Jandira Lacerda Zanoni (Nível II)
EMEF Profa. “Amélia Abujamra Maron” (Nível II)









quinta-feira, 3 de março de 2011

Fanatismo

Florbela Spanca

Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão de meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida…
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
“Tudo no mundo é frágil, tudo passa…”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, vivo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: princípio e fim!…”
Florbela Espanca - Livro de Soror Saudade

Disponível em: <http://www.prahoje.com.br/florbela/?p=78>

Atividade 1

Quem sou como professor e aprendiz?

Como professor e aprendiz estou sempre aberta às inovações que a modernidade apresenta, às novas tecnologias disponíveis, às diferentes formas de linguagem tais como, a música, a literatura e a arte em sua plenitude, oferecendo um leque cada vez mais diversificado em todas as esferas da atividade humana. Assim, procuro partilhar as novas experiências  e socializá-las; acredito que as ferramentas das tecnologias da informação, bem como as temáticas de interesse dos alunos, aliadas às boas práticas pedagógicas, representam estratégias para despertar a curiosidade e o interesse dos mesmos. Dessa forma, procuro preparar meus alunos para aproximar os conhecimentos teóricos ao cotidiano de suas vidas. As aulas interativas, os grupos de estudo, seminários, rodas de conversas e as leituras compartilhadas representam alguns exemplos que produzem resultados satisfatórios. Os questionamentos dos alunos, muitas vezes, nos instigam e nos direcionam à pesquisa, com isso, aprendemos com eles como mediadores e aprendizes; isso mostra que o conhecimento não é estanque, nos instruímos a todo momento, a partir do convívio, do conhecimento empírico, da ciência e de toda a forma de ensinamento.