Total de visualizações de página

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Campus Party: A educação no século XXI

Educadores do Projeto AFT/Ourinhos marcam presença na Campus Party/Educaparty Brasil 2012 Professores da Rede Municipal e o Prof. Sugata Mitra

Joan, Coordenador Global do Projeto AFT
Professores da Rede Municipal / Ourinhos


A 5ª edição da Campus Party Brasil chega, em 2012, com uma importante novidade para os educadores preocupados com os desafíos da educação no Século 21. Em parceria com a Fundação Telefônica, a Campus Party Brasil oferece atividades especiais focadas na aprendizagem com novas tecnologias.O EducaParty é, portanto, o espaço perfeito para que educadores conectados compartilhem suas experiências profissionais relacionadas ao uso das tecnologias da informação. Nesse sentido, a Fundação Telefônica, por meio do Projeto Aula Fundação Telefônica, ofereceu a um total de 250 educadores, entre professores dinamizadores, gestores de escolas públicas, ONGs e demais parceiros a oportunidade de participar de atividades especiais, entre os dias 7 e 10 de fevereiro deste importante evento educativo e tecnológico realizado nas dependências do Parque Anhembi.Das diversas atividades planejadas, estão oficinas sobre o uso de ferramentas na web e nos celulares, visita guiada e debates com especialistas. A ideia é encontrar e sugerir à sociedade soluções de métodos que possam alinhar a evolução das plataformas digitais com um modelo de educação atualizado e atraente. O que é o EducapartyO Educaparty, que teve sua primeira edição em Valência, na Espanha, é um movimento que visa aproximar a educação dos avanços das recentes inovações em tecnologias digitais. A Fundação Telefônica vai levar um grupo de educadores, especialistas, pesquisadores, gestores e universitários das mais variadas cidades brasileiras para vivenciar a intensa programação da Arena e da Área Expo e também participar de uma programação diferenciada, especialmente elaborada para esse público. Professores de sala de aula, gestores técnicos e especialistas na área de Educação e Tecnologia terão a oportunidade de juntos apreciar as atividades e compartilhar suas experiências e desafios durante o evento.A 5ª edição da Campus Party Brasil chega, em 2012, com uma importante novidade para os educadores preocupados com os desafíos da educação no Século 21. Em parceria com a Fundação Telefônica, a Campus Party Brasil oferece atividades especiais focadas na aprendizagem com novas tecnologias.O EducaParty é, portanto, o espaço perfeito para que educadores conectados compartilhem suas experiências profissionais relacionadas ao uso das tecnologias da informação. Nesse sentido, a Fundação Telefônica, por meio do Projeto Aula Fundação Telefônica, ofereceu a um total de 250 educadores, entre professores dinamizadores, gestores de escolas públicas, ONGs e demais parceiros a oportunidade de participar de atividades especiais, entre os dias 7 e 10 de fevereiro deste importante evento educativo e tecnológico realizado nas dependências do Parque Anhembi.Das diversas atividades planejadas, estão oficinas sobre o uso de ferramentas na web e nos celulares, visita guiada e debates com especialistas. A ideia é encontrar e sugerir à sociedade soluções de métodos que possam alinhar a evolução das plataformas digitais com um modelo de educação atualizado e atraente. Professores dinamizadores do Projeto Aula Fundação Telefônica da cidade de Ourinhos/SP/Brasil estiveram presentes no evento e puderam prestigiar a maioria das atividades promovidas pela Campus Party, assimassistir as principais palestras, mesas redondas, oficinas e atividades que consistem na base para a formação de novos conteúdos digitais. Além disso, os participantes poderão interagir com a transmissão enviando perguntas para os palestrantes, algo que pode ser feito através de hashtags exclusivas para o evento.

terça-feira, 1 de novembro de 2011







Despedida

"Minha alma é movida pelas ausências; mas, nos jornais, não há lugar para ressurreições" Rubem Alves


O místico Ângelus Silésius já havia notado que temos dois olhos, cada um deles vendo mundos diferentes:


"Temos dois olhos. Com um, vemos as coisas do tempo, efêmeras, que desaparecem. Com o outro, vemos as coisas da alma, eternas, que permanecem".


Jornais são seres do tempo. Notícias: coisas do dia, que amanhã estarão mortas.


E é por isso vou parar de escrever: porque estou velho, porque estou cansado, porque minha alma anda pelos caminhos do Robert Frost, porque quero me livrar dos malditos deveres que me dão ordens desde que me conheço por gente...

Rubem Alves

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Reflexão

MOISÉS NAÍM

Sete perguntas sobre o futuro


Nos perguntamos quais serão alguns dos dilemas que vão moldar o mundo nos próximos cem anos

ULTIMAMENTE, o futuro tem sido asfixiado pelas emergências.
A ansiedade suscitada pela crise econômica europeia, as batalhas políticas nos EUA, as convulsões sociais em muitos países e a possível desaceleração do crescimento da China são apenas algumas das fontes de incerteza sobre o futuro imediato que não nos deixam pensar para mais adiante que as próximas semanas ou meses. Isso é natural, inevitável e muito humano.
O "think-tank" no qual trabalho, o Carnegie Endowment for International Peace, acaba de completar cem anos. Animados pelo centenário, nos perguntamos quais serão alguns dos dilemas que vão moldar o mundo nos próximos cem anos.
É o tipo de exercício mental que pode parecer banal. As respostas têm poucas probabilidades de serem corretas. Ademais, quando se souberem as respostas nós já não estaremos aqui para confirmá-las -ou viver com as consequências.
Para que nos fazermos essas perguntas, então? Porque são perguntas que estimulam reflexões interessantes e sintetizam nossas opções em vários âmbitos críticos.
O simples fato de refletir sobre possíveis respostas e sobre os fatores que é preciso levar em conta para chegar a essas respostas nos proporciona uma visão do mundo que nos ajuda a fundamentar melhor nossas opiniões sobre as decisões mais importantes a tomar agora.
São perguntas sobre as quais vale a pena conversar e sobre as quais nós, como humanidade, deveríamos estar lendo e discutindo tanto quanto ou mais do que lemos e falamos sobre a crise grega ou a vida sexual de Silvio Berlusconi.

As perguntas são as sete que seguem e não estão em ordem de importância. Além disso, várias delas estão obviamente interligadas.

1) Qual será o modelo de governo que vai prevalecer: democracias à moda europeia ou americana ou regimes autoritários mais parecidos com o regime chinês de hoje?
2) Quantos países terão armas nucleares em 2100? Nenhum? 25? Esse é o número de países que, segundo especialistas, poderão ter bombas atômicas nas próximas décadas, se decidirem desenvolver agressivamente um programa com esse objetivo -e se o resto do mundo permitir que o façam.
3) Conseguiremos limitar o aumento de temperatura em 3ºC ou ela terá subido até 8ºC ou mais?
4) A expansão acelerada da classe média nos países mais pobres e mais populosos do mundo que começou nesta década vai continuar, ou as tendências dominantes serão a pobreza, a desigualdade econômica e a exclusão?
5) A internet e o ciberespaço vão se desenvolver como forças benignas, ou serão fonte constante de desestabilização e novas ameaças?
6) O islã vai continuar a ser fonte de atritos e conflitos, ou se renovará, transformando-se em uma força de apoio à paz e de estímulo ao desenvolvimento?
7) Uma das características do século 20 foi a criação de um grande número de novos países. Os Estados falidos e o desaparecimento de países serão uma característica do 21?
Não é uma lista completa. Cada qual terá sua própria. Mas essas perguntas deveriam constar de qualquer lista e servem para iniciar uma discussão indispensável.

Disponível em:

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

"O Cemitério de Praga", Umberto Eco, (Record)

Por CONTARDO CALLIGARIS

O protagonista do novo (e ótimo) romance de Umberto Eco, "O Cemitério de Praga" (Record), é um falsário do fim do século 19.
Você, emissário de sei lá qual governo ou grupo, quer fomentar o antissemitismo, provando que os judeus conceberam um plano diabólico de domínio do mundo? Devidamente contratado, o falsário criará "Os Protocolos dos Sábios de Sião", prova cabal de um complô judaico. O texto, uma vez "descoberto", alimentará o antissemitismo mundo afora, durante décadas.Hoje, a tecnologia digital facilita o trabalho dos falsários, e, graças à internet, um boato se transforma rapidamente numa certeza coletiva. Mas, de qualquer forma, nunca foi muito árduo inventar conspirações ocultas e espalhar desconfiança e delírios segundo os quais os misteriosos "eles" estariam tramando na sombra. O fato é que o público adora uma teoria conspiratória. Ou melhor, sejamos sinceros: em regra, adoramos entender o mundo como fruto de conspirações que tentam nos enganar. Por que será?Uma resposta está no livro (já clássico) de Elaine Showalter, "Histórias Histéricas" (Rocco, esgotado -tente www.estantevirtual.com.br).Showalter lembra que, para negar a existência e o surgimento de desejos sexuais em seus corpos e almas, as histéricas começam por atribuir esses desejos aos outros ou, como se diz, por projetá-los nos outros. Logo, elas fogem dos ditos outros (que se tornaram zumbis portadores dos desejos delas) ou os acusam de seduções e estupros. Moral da história, a histérica pode dizer: 1) eu não desejo nada, sou e me mantenho pura, pois o sexo não vem de mim, mas dos outros, que querem me sujar e 2) eu sei quem o outro "realmente" é, sei quais desejos vergonhosos ele esconde atrás de sua aparência bem-comportada. Em suma, 3) posso negar que tenho desejos, não preciso me responsabilizar nem me envergonhar por eles e, além disso, pretendo saber desvendar o lado obscuro de qualquer um.Desvantagem: assim fazendo, eu me afasto irremediavelmente de meu próprio desejo. E os homens, nessa história? Segundo Showalter, sobretudo hoje, a histeria dos homens aparece, justamente, na crença em teorias conspiratórias: as meninas acham que os outros querem seduzi-las e violentá-las, e os meninos acham que os outros querem enganá-los e manipulá-los.(Antes de continuar, uma nota: pode ser que imaginar teorias conspiratórias e acreditar nelas seja uma forma de histeria masculina, mas isso não significa que as conspirações não existam. Ao contrário, como mostra o romance de Eco, sempre existe, no mínimo, a conspiração dos que constroem e espalham teorias conspiratórias.)Mas voltemos à histeria dos homens segundo Showalter. Eis quatro vantagens para os que gostam de conspirações escusas.1) Quem entende o mundo à força de "desvendar" conspirações só pode se perceber como uma exceção: ele acredita ser o único, ou quase, que enxerga as tramas nefastas dos outros -o único ou um dos poucos que "eles" não estão conseguindo enganar.2) Com a ideia de que sempre há outros que tentam nos manipular e controlar, a gente se oferece uma volta à infância e à relação com os pais. Há um prazer nostálgico na suposição de que haja adultos os quais, num conluio entre si, decidem nosso destino, sem nos explicar nem de longe o que realmente acontece. Há um prazer nostálgico na ideia (infantil e pré-adolescente) de estarmos nas mãos de outros todo- poderosos e de sermos os únicos que, heroicamente, resistem à sua sedução e desvendam suas mentiras.3) Uma hipotética conspiração, por mais hostil que ela nos seja, permite-nos confiar numa ordem do mundo -boa ou ruim. Se há intenções escondidas, nada ou pouco acontece por acaso, o mundo obedece a um plano -da divina providência, do demônio ou dos conspiradores, tanto faz: de qualquer forma, a existência de um plano é consoladora.4) Para as histéricas, atribuir o desejo sexual ao outro é um jeito de negar sua própria sexualidade. Para os homens não é muito diferente: a invenção de uma conspiração maléfica lhes permite ignorar seus próprios desejos "políticos" sombrios, os que eles preferem esconder de si mesmos.Afinal, o conspirador, ao qual atribuo a vontade de me enganar e manipular, é quase sempre uma projeção, ou seja, é minha própria criação, à imagem e semelhança de mim. ccalligari@uol.com.br

Disponível em: http://migre.me/60tcE

Acesso em 27/10/2011.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994).



"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida,
aceitando as imposições de outras pessoas
ou da sociedade em que vive,
sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio,
de fome, de miséria, e só tem olhos
para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo
de ouvir um desabafo de um amigo,
ou o apelo de um irmão.
Pois está sempre apressado para o trabalho
e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar
o que sente e se esconde por trás
da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar
na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar
o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências
é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que
não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre. "




sábado, 15 de outubro de 2011

Parabéns Professores(as)!

"A escola não terá função se o professor repetir conteúdos. O bom professor será um gerenciador de curiosidades". GILBERTO DIMENSTEIN

Por: Selma Pupim


Ao cumprimentá-los pela passagem de mais um dia tão especial, transcrevo uma mensagem que traduz a minha admiração pela seriedade e profissionalismo quanto ao desempenho de seu trabalho. No decorrer dos anos, novos hábitos e costumes nos acompanham em nossa trajetória; muitos alunos, amigos, e funcionários passam por nossas vidas. Alguns nos transmitem conhecimentos, abrem nossas mentes, despertam valores, outros nem tanto.

Sem dúvida, nossa profissão nos faz refletir sobre a brevidade de nossa existência em todas as dimensões; sobre a nossa trajetória até aqui, os lugares pelos quais passamos, sobre o valor e a fugacidade do tempo. Há algum tempo, Vinícius de Moraes deixou interrogações e infinitas possibilidades ao escrever o consagrado verso "Meu tempo é quando", de sua Poética. Parafraseando o poeta, eu diria: Nosso tempo é hoje, professores: concreto e palpável. É assim que devemos nos ver: "Nosso melhor momento é agora", portanto, sejamos felizes em mais um Dia dos Professores!

Lembrem-se, ainda, de que durante a nossa existência, "Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote". Às vezes não damos conta do que a vida nos proporciona e acabamos "não abrindo os melhores presentes". Que tenhamos um bom Dia dos Professores! FELICIDADES!


Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro." D. Pedro II


15/10/2011





Valor de ser Educador

Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos seus.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois o valor da sabedoria é melhor que o de rubis.
É...
Esse é o valor de ser educador.
Maria Darismar Duarte Henes Cortes

"A educação é o fator mais importante na sociedade do conhecimento, pois sabemos que é, na educação escolar, que se encontra o significado da aprendizagem ligado ao acesso a um saber de base científica". Maria Ângela Coelho, mestre em Educação pela Unicor/MG, consultora pedagógica da Rede Católica de Educação.


domingo, 9 de outubro de 2011

As dez lições de Steve Jobs

Trajetória profissional brilhante e história pessoal de dramas e superação têm muito a ensinar

iG São Paulo | 09/10/2011 19:05


Steve Jobs foi um homem brilhante. Em mais de 30 anos de carreira, o cofundador da Apple sempre foi referência em inovação e design de produtos de tecnologia.

Foto: Getty Images Ampliar / Steve Jobs

Sua contribuição para a humanidade tem sido comparada à de Thomas Edison, Henry Ford e outros visionários que mudaram o mundo.

1- As inovações mais permanentes unem arte e ciência

Esse foi o grande diferencial da Apple em relação às concorrentes. Em sua equipe, Jobs sempre teve pessoas com formações em áreas como antropologia, arte, história e poesia. Ele foi mestre em aliar às novidades tecnológicas a um design simples e interessante, que foi a chave de seu sucesso.

2- Para criar o futuro, ouvir o cliente é perda de tempo

A teoria diz para testar produtos em fase de desenvolvimento com seus clientes antes de lançá-los no mercado. Jobs sempre achou isso uma perda de tempo. Consumidores nem sempre sabem o que querem – ainda mais se é algo que nunca viram, ouviram ou tocaram. Jobs confiava mais em si mesmo.

3- Nunca tenha medo de fracassar

Ser demitido da empresa que criou por um funcionário que ele mesmo contratou foi uma das situações mais embaraçosas no mundo dos negócios das últimas décadas. Mas nem por isso Jobs desistiu, mas continuou a seguir seus sonhos. Também foi incansável na luta contra a vida, desde que foi diagnosticado oito anos atrás com câncer de pâncreas.

Ele aprendeu a viver cada dia com coragem e lutar por sua paixão, conforme pode ser visto em um emocionante discurso que Jobs fez a alunos da Universidade de Stanford, em 2005.


4- As coisas ficam mais claras com o tempo

O executivo aprendeu a não se preocupar tanto com imprevistos e coisas que pareciam não dar certo em sua vida. Nem sempre é possível entender de antemão os motivos, mas com o tempo fica mais fácil “ligar os pontos”. Na realidade, esses imprevistos podem se tornar nas sementes de um sucesso imenso no futuro.

5- Escute sua voz interior

Jobs foi um homem que seguiu sua voz interior. Ele tinha um plano e lutava por isso. Queria construir computadores. Muitos se contentam com uma profissão para agradar aos pais ou porque o salário é bom. Jobs não. Fez o que amava e mudou o mundo com isso. Nem sempre é fácil ter coragem para enfrentar o mundo e correr atrás dos sonhos. Mas pode valer a pena.

6- Espere muito de si mesmo e dos outros

O cofundador da Apple não era exatamente “bonzinho”. Quem trabalhou com ele conta que Jobs costumava gritar com funcionários. Era um controlador, um perfeccionista. Ele era apaixonado pelo que fazia e por isso queria o melhor dele mesmo e dos outros. Se não fossem capazes de dar o melhor, que fossem embora – ele não queria pessoas assim por perto.

7- Não se preocupe em estar certo. Preocupe-se em ser bem-sucedido

O exemplo de Jobs mostra que não se pode estar tão preocupado com a sua visão sobre como um produto vai funcionar, a ponto de esquecer a realidade. Estar certo sobre um assunto não é o mais importante. O fundamental é reconhecer quando algo precisa ser feito de algo para poder ser um sucesso. Se não abrisse mão de algumas de suas “verdades”, a Apple nunca teria conseguido lançar o Mac.

8- Esteja sempre cercado de pessoas talentosas

Pode até parecer, mas a Apple não é Steve Jobs. O executivo se cercou de pessoas muito talentosas, que não recebem o crédito que merecem. O fato de que o preço das ações da Apple continua a se sustentar desde que o executivo teve de renunciar ao comando da companhia mostra a força da equipe.

9- Continue com fome. Continue tolo

Foi com essas palavras que Jobs encerrou seu discurso aos alunos de Stanford. Ele contou que costumava ler quando era jovem a enciclopédia “The Whole Earth Catalog” (O Catálogo de toda a Terra) – uma espécie de Google dos tempos pré-internet. Na contracapa de cada livro havia uma foto de uma estrada em uma manhã ensolarada e os dizeres: “Continue com fome. Continue tolo”. “Sempre desejei isso para mim mesmo”, disse Jobs aos alunos. “E agora, eu desejo isso para vocês”.

10- Tudo é possível com trabalho árduo, determinação e visão

Embora fosse o maior CEO de todos os tempos e o pai da computação moderna, na realidade Jobs era só um homem. O que faz pensar que todos têm potencial para ser como ele. Ele fundou a Apple, depois foi demitido da empresa, voltou à companhia na hora de salvá-la da falência e fez dela um dos maiores impérios corporativos do mundo. Você também pode.